Disciplinas

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Fundamentos Teóricos e Práticas na Educação Científica

relogiocarga Horaria 30 h   professorProf. Dr. Marcelo Oliveira

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EMENTA:

A importância da educação Científica na contemporaneidade; A Educação Científica no Brasil e Ações na Bahia; Teorias da Aprendizagem pedagógicas na Educação Científica; Educação Científica e Movimento CTS; Aprendizagens significativas aplicadas a educação científica (pode ser inserido no anterior); Educação Cientifica, pensamento crítico para a cidadania; Educação Científica e Formação docente; Ensino por pesquisa na sala de aula.

Textos para as aulas:


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 Aula 01 – Educaçao cientifica e sociedade

Aula 01 – Ensino de ciências e educação basica

Aula 01 – Ensino de ciências futuro em risco 

Aula 01 – prioridade nacional

Aula 02 – Quanta ciência há no ensino de ciências

Aula 02 – O papel da natureza da ciência

Aula 03 – Da educação em ciências

Aula 03 – Literacia cientifica 2

Aula 04 – Educação cientifica e CTS

Aula 05 – Aprendizagem significativa critica

Aula 05 – o que e aprendizagem significativa

Aula 06 – Ensinar Ciência por investigação em que estamos de acordo

Metodologia da Pesquisa em Educação Científica

relogio Carga Horaria: 30 h     professor Prof.ª Drª Simone Rocha e Prof. Ms. Geórgia Xavier

O objetivo do curso é apresentar os principais conceitos, métodos e técnicas envolvidos na atividade de pesquisa científica. Espera-se que o aluno aprimore sua capacidade de escolher/definir um tema de pesquisa, aprender a desenvolver métodos de investigação e escrever artigos e relatórios. O curso terá uma discussão introdutória sobre a teoria do conhecimento e, em seguida, serão discutidos métodos e práticas utilizadas na investigação científica: discussão das principais fases de um projeto de pesquisa: definição de um tema, planejamento da pesquisa, coleta de informações, análise de dados, interpretação, construção de argumentos e comunicação dos resultados.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS

ABRAHAMSOHN, P. Redação científica. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2004; CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; SILVA, R. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo, Pearson Prentice Hall, 2006; SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo, Cortez, 2007.; SPECTOR, N. Manual para redação de teses, projetos de pesquisa e artigos científicos. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2002.; NARDI, R.(Org.). A pesquisa em ensino de ciências no Brasil: alguns recortes. São Paulo, Escrituras, 2007. OLIVEIRA, J.R.S; QUEIROZ, S. L. Comunicação e linguagem científica: guia para estudantes de química. Campinas, Átomo, 2007

Popularização das Ciências e Divulgação Científica

relogio Carga Horaria: 30 h     professor Prof.ª Drª Alexandra Carvalho e Prof. Ms. Jacson de Jesus

Concepções de Popularização da Ciência e da Tecnologia (C&T). A visão dominante da popularização da ciência e da tecnologia. Do déficit ao diálogo: modelos atuais de comunicação pública da C&T. A popularização da C&T no Brasil. A legitimação da área de popularização da C&T. Divulgação científica: olhares de jornalistas, cientistas e educadores em ciências. A produção sobre divulgação científica: leitura e formação inicial. Leituras de divulgação científica nas aulas. Textos de divulgação científica. A divulgação científica na formação inicial de professores críticos de ciências.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS

BORGES, R. M. R.; LIMA, V. M. do R.; IMHOFF, A. L. (Orgs.) Contribuições de um Museu Interativo à construção do conhecimento científico. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009; GOUVÊA, G., MARANDINO, M.; LEAL, M.C. (Org.) Educação e Museu: a construção social do caráter educativo dos museus de ciência. Rio de janeiro, Editora ACESS, 2003; MASSARANI L., MOREIRA, I. C.; BRITO, F. (orgs.). Ciência e público: caminhos da divulgação científica no Brasil. Rio de Janeiro: Casa da Ciência – Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Fórum de Ciência e Cultura, 2002. MOREIRA, I. C. A inclusão social e a popularização da ciência e tecnologia no Brasil. Inclusão Social. Brasília, v. 1 (2), p. 11-16, 2006.

 

Trabalho de Campo Orientado I

relogio Carga Horaria: 30 h     professor Orientadores

Introdução à História e Filosofia das Ciências

relogio Carga Horaria: 30 h     professorProf. Dr. Leonan Ferreira

Esta disciplina terá como objetivo fornecer subsídios teóricos para a compreensão da construção da ciência ao longo da história. Para tanto servirão de objeto de estudo alguns textos clássicos da ciência. Será dado ênfase ao conceito de revolução cientifica, como expressa por Thomas Kuhn e outros pensadores modernos.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS

BUTTERFIELD, H. As origens da ciência moderna. Lisboa: Edições 70, 1992. KUHN, T. S. A revolução Copernicana. Lisboa: Edições 70, 1990. HOLTON, G. A imaginação científica. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1979. PRIGOGINE, I; STENGERS, I. A nova aliança: metamorfose da ciência. Brasília: Editora UNB,1984.

Alfabetização e letramento científico e tecnológico

relogio Carga Horaria: 30 h     professorProf.ª Drª Isabela Almeida e Prof. Ms. Victor Ernesto

Alfabetização e letramento cienticoe tecnoloia concepção, objetivos e historico. Movimento de ensino de ciencia ma perspectiva Ciência-TecnoogicaSociedade-Ambiente (CTSA). Abordagem de aspectos sociocientificos no curriculo de ciencias. Educação cientifica para cidadania. Educação ambiental no ensino de ciencias: historico, principios e propostas pedagogicas. Educação e cultura cientifica.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS

AULER, D. Alfabetização científico-tecnológica para quê? Ensaio – pesquisa em educação em ciências Cecimig 2001. Belo Horizonte v. 2, n. 2, p. 105-115; FREIRE, P. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia da esperança Paz e Terra, Rio de Janeiro, 1992; CHASSOT, Attico. Alfabetização Científica: Questões e desafios para a educação. Ijuí: Editora Unijuí, 2006. NASCIMENTO SCHULZE. C. C. WACHELKE, João Brigido. Alfabetização científica e representações sociais de estudantes do ensino médio sobre ciência e tecnologia. Arquivos Brasileiros de Psicologia. Brasília/ Distrito Federal. N.58, v. 16, 2007.

Trabalho de Campo Orientado II

relogio Carga Horaria: 30 h     professor Orientadores

Seminários de Pesquisa e Práticas de Extensão I

relogio Carga Horaria: 30 h     professorProf. Dr. Maurício Pereira e Prof.ª Dr.ª Alexandra Carvalho 

 

A disciplina será composta por seminários de apresentação de pesquisas de docentes, discentes e convidados pelo Programa de Pós-graduação Em Educação Científica e Popularização das Ciências – PPEPC.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS

DEMO, Pedro. Metodologia do conhecimento científico. São Paulo: Atlas, 2000. ____ Pesquisa: princípio científico e educativo. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2002. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

Disciplina Optativa*

relogio Carga Horaria: 30 h     professor Professores diversos

Trabalho de Campo Orientado III

relogio Carga Horaria: 30 h     professor Orientadores

Seminários de Pesquisa e Práticas de Extensão II

relogio Carga Horaria: 30 h     professor Prof., Dr. Marcelo Oliveira e Prof.ª Ms. Georgia Xavier

Lista de Disciplinas Optativas

  

* Cada estudante deverá escolher 1 disciplina optativa

Experimentação no Ensino de Ciências

relogio Carga Horaria: 30 h     professorProf.ª Drª Alexandra Carvalho e Prof. Ms. Jacson de Jesus

 

Esta disciplina pretende abordar, por meio de estudos e discussões, a utilização da experimentação como estratégia de ensino de Ciências mediante o uso de diferentes perspectivas e tendências metodológicas enfocadas nas pesquisas dessa área, a fim de dar ao ensino de Ciências subsídios para a utilização rotineira da experimentação em sala de aula. Pretende ainda promover a identificação e a reflexão acerca dos padrões discursivos dos professores de Ciências sobre a relevância das atividades experimentais em suas aulas.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS

DELIZOICOV, D.; ANGOTTI, J. A.; PERNAMBUCO, M. M. Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2002; GIORDAN, M. O papel da experimentação no ensino de ciências. Revista Química Nova na Escola, n. 10, p. 43-49, 1999; GIORDAN, M. O papel da experimentação no ensino de ciências. Revista Química Nova na Escola, n. 10, p. 43-49, 1999; SILVA, L. H. A.; ZANON, L. B. A experimentação no ensino de Ciências. In: Schnetzler, R. P.; Aragão, R. M. R. (orgs.). Ensino de Ciências: Fundamentos e Abordagens, Piracicaba: Capes/Unimep: Piracicaba, cap. 6, p. 120-153, 2000.

TIC na Educação e na Divulgação Científica e Pop. das ciências

relogio Carga Horaria: 30 h     professorProf. Dr. Saulo Capim

Pretende-se discutir, inicialmente, os aspectos da ANGOTTI, J. A. P.; AUTH, M. A. Ciência e tecnologia:  tecnologia digital e seu impacto na educação. A seguir será estudado o desenvolvimento de instrução baseada em computadores com ênfase nos efeitos de novas tecnologia, como por exemplo: internet, video interativo, hipermídia no aprendizado. O próximo tópico será dedicado à discussão sobre as escolas como organizadoras da aprendizagem numa sociedade baseada no conhecimento. Também será discutido a construção de comunidades virtuais para o desenvolvimento profissional. A última parte do curso será sobre a construção social de comunidades baseadas em aprendizagem digital.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS

ANGOTTI, J. A. P.; AUTH, M. A. Ciência e tecnologia: implicações sociais e o papel da educação. Ciência & Educação, v.7, n.1, p.15-27, 2001; CARVALHO, J. S. Redes e comunidades: ensino-aprendizagem pela Internet. São Paulo, Editora e Livraria Instituto Paulo Freire, 2011. (Série cidadania planetária; 4); DEMO, P. Instrucionismo e nova mídia. In: SILVA, M. Educação online. 4 ed. São Paulo, Edições Loyola, 2012.; GIORDAN, M. Computadores e linguagens nas aulas de ciências. Ijuí, Ed. Unijuí, 2008; MILL, D. Das inovações pedagógicas às inovações tecnológicas: considerações sobre o uso de tecnologias na Educação a Distância. In: MILL, D. R. S.; PIMENTEL, N. (Org.). Educação a distância: desafios contemporâneos. São Carlos, EdUFSCar, 2010/ MORAN, J. M. Contribuições para uma pedagogia da educação online. In: SILVA, M. Educação online. 4 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2012. p. 41-53.

Ensino de ciências e ludicidade

relogio Carga Horaria: 30 h     professorProf.ª Ms. Yone Carneiro

Esta disciplina se proporá a discutir possibilidades do uso ludico das TICs nos âmbitos da educação formal e não formal.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS

ABT, Clarck C. Jogos simulados: estratégia e tomada de decisão. Rio de Janeiro. Editora José Olympio: 1974; GOLEMAN, D. Inteligência Emocional. Lisboa: Temas e Debates, 1997; LIRA-DA-SILVA, RM. (Org.). Ciência lúdica: brincando e aprendendo com jogos sobre ciências. Salvador: EDUFBA, 202p. 2008. HUIZINGA, John. Homo ludens. São Paulo: Perspectiva, 1971. LOPES, M. G. Jogos na educação: criar, fazer, jogar. São Paulo: Cortez, 2002.

Inovações educacionais em ciências humanas

relogio Carga Horaria: 30 h     professorProf. Dr. Marcelo Oliveira e Prof. Ms. Célio dos Santos

Pretende-se nessa disciplina discutir a pesquisa em ciências humanas como princípio educativo, as novas tecnologias como instrumentos metodológicos para o ensino-aprendizagem aprendizagem formal e não-formal, além de práticas metodológicas inovadoras no ensino das ciências humanas.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS

ARRUDA, Gilmar. Pra que serve o Ensino de História? In: História e Ensino. Revista do laboratório do ensino de história/UEL. Volume I. Londrina: EDUEL, 1995; CASTRO, Norida Teotônio de. A função reguladora do lúdico: representação, afeto e laço social. São Paulo: LCTE Editora, 2010. FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de ensino de História. Campinas: Papirus, 2003. HUIZINGA, John. Homo ludens. São Paulo: Perspectiva, 1971. OLIVEIRA, Marcelo Souza Oliveira. A educação científica nas ciências humanas: experiênciasdo Núcleo de Estudos em História e Memória (NEHM Jr.) do IF Baiano, Campus Catu – BAIn: Revista Liberato, Novo Hamburgo, v. 13, n. 19, p. 01-84, jan./jun. 2012.

Ciência, Tecnologia e Sociedade

relogio Carga Horaria: 30 h     professorProf.ª Drª Joana Paixão e Prof.ª Ms. Elielma Fernandes

A visão que os cientistas têm sobre ciências é diferente daquela que, em geral, têm aqueles que não pertencem ao mundo científico. Enquanto para o cientista a ciência é um empreendimento que demanda tempo e que formula seus próprios problemas, os quais nem sempre estão em ressonância com a sociedade, para o não cientista a ciência deveria ser neutra, deveria atuar sempre naquelas questões de interesse social e sempre no mais curto tempo possível. O posicionamento da ciência, da ciência aplicada e da tecnologia, embora difícil, é interessante de ser discutido principalmente pelas diferenças das visões de mundo nelas implícitas. A atividade científica e tecnológica tem servido, por exemplo, a finalidades bélicas por muitos anos e as novas gerações de estudantes de ciências têm que ser educadas para uma atitude mais crítica e menos contemplativa ao desenvolvimento científico e tecnológico. Neste sentido, na educação científica dos alunos é pertinente a abordagem da visão científico-tecnológica e de questões de ética e moral que sempre estão subjacente a esta visão.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BÁSICAS

CANAVARRO, J. M. Ciência e sociedade. Coimbra, Portugal, Quarteto Editora, 2000; HARGREAVES, A. O ensino na sociedade do conhecimento: a educação na era da insegurança. Porto, Porto Editora, 2003; FONTES, A. e SILVA, I. R. Uma nova forma de aprender ciências: a educação em ciência/tecnologia/sociedade. Lisboa, Edições ASA, 2004; MOTOYAMA, S. Educação Técnica e Tecnológica em Questão, Ed. UNESP, São Paulo,1996. SANTOS, M-E, Que Educação? Para que cidadania? Em que escola? Tomo II. Lisboa, Santos-Edu, 2005.